Essa inequação que existe entre suas vontades e meu querer propõe um novo modo de pensar. Já que para você, nossos valores estão além do que parece, por que é que não agimos conforme tudo indica? Tantos erros triunfantes que erguemos e fizemos questão de nos orgulhar. Há algum outro motivo sem ser seu desinteresse?
A cor de seu cabelo desbota a cada quinzena e o meu apego diminui a cada madrugada. Não espero repetir palavras, mas já não tenho medo de mais nada. Aconteça o que for melhor, eu sem você (você sem mim), já me conformei em ter tantas incertezas. Pois até em encontros, nos desencontramos. Há quem diga que ainda somos os mesmos: só se for para você. Fartei de esperar um sinal de esperança. Ao menos, não me alimentei com nenhuma.
Se nem a mim sinto dono, achas que posso ser sua posse? Vou me domar melhor numa próxima vez. Lavo as mãos e as enxugo mais tarde.








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