Quando passar por mim, diga que não vai ser tão forte
Porque eu tentarei fugir mesmo sem ter o meu norte.
No embalo da canção junto com o vento elegante,
Tanta sujeira em volta dos olhos receosos e distantes
Dos dias em que enfim, trocarei nossas mãos por pernas.
E correremos com mais vontade, se é o que interessa;
Chegar até as nuvens com quatro pés e presentes
Que entregaremos aos homens e mulheres mais carentes.
Também desprovidos de atenção, alma, sorrisos e um coração.
Há diferença em não estar consternado então?








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